Guia da
Primeira Carreira
em AWS
O caminho do zero à sua primeira vaga em TI. Direto, honesto e sem "aprenda a programar primeiro".
prazos reais
zero promessa inflada
Quem escreve: Vinicius Siqueira
13x certificado AWS · Golden Jacket · criador da Missão AWS
A nuvem levou ele de uma escola pública no Brasil pra uma carreira nos Estados Unidos.
Antes de tudo: quem sou eu pra te dizer isso?
Meu nome é Vinicius Siqueira. Cresci filho de mãe solo, estudei em escola pública e conheci computador tarde. Sem inglês, sem contato, sem ninguém na família que trabalhasse "com informática".
Hoje eu moro nos Estados Unidos e trabalho com a nuvem da Amazon, a AWS. Tenho 13 certificações da AWS. Lá isso tem nome: Golden Jacket, a jaqueta dourada de quem completou todas.
Trabalho de dentro de casa há 8 anos. E a profissão me deu o que salário nenhum mede: a minha esposa pôde escolher não trabalhar fora, pra dar atenção inteira aos nossos três filhos.
Eu não conto isso pra me exibir. Conto porque eu era a pessoa pra quem este guia foi escrito: alguém de fora, sem diploma da área, olhando pra TI e achando que aquilo era pra outro tipo de gente.
Eu não sou exceção genética. Eu sempre acreditei no processo: ter um mapa e não largar dele. Este guia é o mapa, organizado do jeito que eu queria ter recebido.
Vinicius SiqueiraUma promessa antes de começar: este guia não vende sonho. Todo número aqui tem fonte que você mesmo pode conferir, todo prazo é realista, e tudo que ele ensina funciona sem você gastar um real. Se em algum momento parecer bom demais pra ser verdade, releia. Porque não vai ser.
Como usar este guia (e o que você vai TER no final)
Este guia se lê em uns 40 minutos. Mas ele não foi feito só pra ler. Foi feito pra fazer.
No fim de cada capítulo tem um CHECKPOINT: uma ação concreta de 5 a 15 minutos. É ali que a mudança acontece. Ideia sem ação vira só mais uma aba aberta no navegador.
Quando você terminar, você não vai só "saber mais". Você vai TER:
- O primeiro comando de computador da sua vida, executado hoje, ainda neste guia (Cap. 1)
- 3 vagas reais salvas, e o olho treinado pra ler qualquer anúncio de vaga (Cap. 2)
- Uma expectativa de salário realista + o roteiro da conversa com a sua família (Cap. 3)
- Um mapa de 90 dias com estudo 100% gratuito, com nome e endereço (Cap. 5)
- Seu LinkedIn no ar, com textos prontos pra copiar (Cap. 6)
- As ~50 palavras de inglês que resolvem 90% do dia a dia (Anexo A)
- Um plano de 7 dias pra sair do lugar ainda esta semana (Cap. 7)
Tudo isso funciona sem comprar nada. Eu prometo.
Você não precisa ser gênio nem virar outra pessoa. Precisa de lógica, atenção e vontade de aprender.
regra da casaLembra do dia em que o WhatsApp caiu?
O Brasil inteiro parou. Ninguém mandava mensagem, ninguém fechava venda, ninguém combinava o horário de buscar o filho. Aí, umas horas depois… voltou. E a vida seguiu.
Agora a pergunta que quase ninguém faz: voltou como? Sozinho?
Não. Alguém foi pago pra colocar ele de volta no ar. Gente de verdade, sentada na frente de um computador (muitas vezes em casa), encontrou o problema e resolveu. O mesmo vale pro aplicativo do banco, o Pix, o delivery, o jogo do seu filho.
Essa é a profissão deste guia: a profissão de quem mantém os aplicativos no ar.
Todo aplicativo que você usa está rodando em um computador que está ligado agora, em algum lugar. Quando esse computador tem problema, o aplicativo cai. Cuidar dele é um emprego. E é um emprego que está contratando.
Por que você nunca ouviu falar dela?
Porque ela é invisível de propósito. Quando essa profissão faz o trabalho bem feito, nada acontece. O app simplesmente funciona, e ninguém pensa no assunto. Você só percebe que ela existe no dia em que o WhatsApp cai.
E é por ser invisível que quase ninguém de fora sabe que ela existe, que ela não exige faculdade, e que dá pra aprender começando do zero. Quem descobre, descobre por acaso, ou porque alguém contou. Agora você sabe.
Este guia existe pra esse alguém poder ser você.
O restaurante: onde você entra nessa história
Pensa num restaurante. Tem o cozinheiro, que cria os pratos. Tem o garçom, que entrega na mesa. E tem uma pessoa que você quase nunca vê: a que cuida do gás, da luz, da geladeira, do estoque. Se ela falha, o restaurante inteiro para. Não importa quão bom seja o cozinheiro.
No mundo dos aplicativos é igual
O programador é o cozinheiro: cria o aplicativo. O profissional deste guia é a pessoa da geladeira e do gás: não cria o app, garante que ele funcione, fique no ar, esteja seguro e rápido.
O trabalho dele cabe em 5 verbos:
- Colocar no ar: o app precisa estar acessível
- Proteger: de invasão e de acidente
- Monitorar: saber que caiu antes do cliente
- Automatizar: o repetitivo vira automático
- Resolver: quando dá problema (e dá), agir
"Mas TI não é formatar PC?"
Essa é a imagem que a maioria tem: o "menino da informática" que troca tinta de impressora. Não é disso que estamos falando.
Formatar PC é cuidar do computador da mesa. A profissão deste guia cuida dos computadores das empresas. Os que fazem o aplicativo do banco funcionar pra milhões de pessoas ao mesmo tempo. Outra responsabilidade, outro salário.
Repare: dos 5 verbos ali do lado, nenhum é "programar". Não é o cozinheiro. É quem faz a cozinha inteira funcionar.
Por que tem tanta vaga (e o nome de dentro)
Onde ficam esses computadores que rodam os aplicativos? Antigamente, cada empresa comprava os seus. Caro, complicado, e alguém tinha que cuidar de tudo.
Hoje, a maioria faz como quem aluga em vez de comprar casa: usa computadores alugados de empresas gigantes. A maior dona de "computador pra alugar" do mundo é a Amazon. Sim, a mesma das entregas. Netflix, Airbnb, Nubank e até órgãos do governo brasileiro rodam em computadores alugados dela.
Agora o nome de dentro
Esse esquema de computadores alugados pela internet tem um nome no mercado: nuvem. É onde suas fotos do celular ficam. A mesma ideia, em escala de empresa. E o serviço de nuvem da Amazon se chama AWS, o Amazon Web Services.
Pronto: você acabou de aprender as duas palavras que assustam todo iniciante. Não era nada demais: computador alugado.
E a conta é simples
Se toda empresa virou empresa de tecnologia (banco, mercado, farmácia, igreja, prefeitura) e todas rodam em computadores alugados… alguém precisa cuidar disso em todas elas. Por isso as vagas não param de abrir, e por isso paga bem: tem mais empresa precisando do que gente sabendo.
No fim deste caminho, quando te perguntarem "o que você faz?", a resposta vai ser: "eu cuido dos computadores que fazem os aplicativos funcionarem." Simples assim. E está entre os empregos mais anunciados nos sites de vaga, como você mesmo vai conferir no Cap. 2.
Você já fala a língua. Agora vamos fazer algo de verdade →
Seu primeiro comando (sim, agora)
Você vai fazer agora, no seu computador, o tipo de coisa que um profissional de TI faz o dia inteiro: perguntar a um sistema se ele está no ar. Leva 2 minutos. Não tem como estragar nada. É só uma pergunta.
🪟 No Windows
- Aperte a tecla Windows do teclado
- Digite PowerShell e aperte Enter. Vai abrir uma janela azul ou preta (calma, ela é sua amiga). É o PowerShell: é ele que a gente vai usar daqui pra frente
- Digite ping google.com e aperte Enter
🍎 No Mac
- Aperte ⌘ + barra de espaço
- Digite Terminal e aperte Enter. Vai abrir uma janela branca (ou preta)
- Digite ping -c 4 google.com e aperte Enter
PS C:\Users\voce> ping google.com Disparando google.com [142.250.79.14] com 32 bytes de dados: Resposta de 142.250.79.14: bytes=32 tempo=9ms TTL=115 Resposta de 142.250.79.14: bytes=32 tempo=8ms TTL=115 Resposta de 142.250.79.14: bytes=32 tempo=9ms TTL=115 Resposta de 142.250.79.14: bytes=32 tempo=9ms TTL=115 Estatísticas do Ping para 142.250.79.14: Pacotes: Enviados = 4, Recebidos = 4, Perdidos = 0
✔ Sinal de sucesso: linhas com tempo=9ms (o número varia; no Mac aparece time=9.1 ms, a mesma coisa em inglês). Vai aparecer mais texto em cima e embaixo, é normal. O que você está vendo: cada linha é o SEU computador conversando com um servidor do Google, em algum lugar do mundo, e medindo, em milésimos de segundo, quanto a resposta demorou. Você acabou de verificar que um sistema está no ar. Isso é trabalho de TI de verdade.
Se deu erro, leia a mensagem (ela te conta o que foi):
"não pôde encontrar o host" (Mac: cannot resolve… Unknown host) = ou digitou errado, ou está sem internet. Confira o Wi-Fi e digite de novo, sem pressa.
"Esgotado o tempo limite do pedido" (Mac: Request timeout) = sua internet funciona, mas a rede (empresa, celular, antivírus) bloqueou esse tipo de pergunta. Tente em casa ou em outro Wi-Fi. Não é culpa sua.
"Falha geral" = o computador está sem rede nenhuma. Conecte e tente de novo.
E guarda essa lição de primeiro dia: erro não é fracasso, é informação.
As 3 portas de entrada em TI
Pra quem vem de outra área, existem três portas reais de entrada. Todas funcionam. Mas elas têm filas e salários muito diferentes.
Suporte
O quê: ajudar usuários e empresas quando algo não funciona (o famoso "analista de suporte").
A boa: é a porta mais fácil de abrir. Muita vaga, entrevista acessível.
A ressalva: salário de entrada menor. É um degrau honesto, não um destino.
Programação
O quê: criar aplicativos e sites (o "desenvolvedor").
A boa: é a porta mais famosa. Todo mundo conhece alguém tentando.
A ressalva: justamente por isso, é a mais LOTADA. E exige meses aprendendo a programar antes da primeira entrevista.
Infraestrutura / Nuvem
O quê: cuidar dos computadores alugados que rodam os aplicativos (o que você viu no Cap. 1).
A boa: não pede programação e tem menos fila. Quem é de fora nem sabe que ela existe.
A ressalva: na entrada, paga parecido com suporte. A diferença aparece do 2º degrau em diante (Cap. 3).
Sendo honesto: as três portas são legítimas. Tem gente que entra pela 1 e migra pra 3 em um ano, é um caminho clássico. Este guia recomenda mirar a porta 3 (aceitando a 1 como degrau) por uma conta fria: é onde a procura das empresas mais cresce e a fila de candidatos ainda é curta. Você compete com menos gente por vagas que pagam mais a partir do segundo degrau.
Uma vaga de verdade, por dentro
Isto abaixo é o retrato fiel do que você encontra hoje nos sites de emprego. Montei a partir de vagas reais de ago/2026, e os valores variam por região e empresa:
Analista de Suporte Júnior / Analista Cloud Jr.
- Acompanhar os sistemas da empresa e agir quando algo sai do ar
- Atender chamados e resolver problemas do dia a dia
- Vontade de aprender conta mais que diploma
- Inglês para leitura básica (a gente resolve isso no Anexo A)
Isso existe em escala: no dia em que pesquisamos (ago/2026), só de "analista de suporte júnior" havia cerca de 2.700 vagas listadas no Glassdoor. Fora as centenas de "analista cloud jr" (média de uns R$ 4.000) e "analista de infraestrutura jr". Não acredite em mim: a busca é o seu checkpoint deste capítulo, na próxima página.
Repare no que a vaga não pede: faculdade, idade, experiência anterior em TI. E repare no cargo: "analista". Emprego de carteira assinada, com nome que qualquer família reconhece.
Mini-aula: como LER um anúncio de vaga
Antes do checkpoint, um segredo de quem está do lado de dentro. Porque a maioria desiste de uma vaga que podia disputar.
1 · "Requisitos" é lista de desejos, não de exigências
Vaga júnior pedindo 7 tecnologias? Normal. O RH lista o candidato dos sonhos, que não existe. As siglas (AWS, Linux, SQL, VPN…) são essa lista de desejos, e repare: as mesmas 5 ou 6 se repetem em toda vaga. Quem atende 50 a 60% da lista já aplica. Os de dentro sabem disso. Agora você também.
2 · As palavras que indicam vaga de entrada de verdade
"júnior" · "trainee" · "não é necessária experiência" · "oferecemos treinamento" · "desejável" (= não obrigatório)
3 · Os sinais de cilada (fuja)
- "Ganhe até R$ X por semana trabalhando de casa". Emprego sério anuncia salário, não loteria
- Pedir dinheiro, "taxa de cadastro" ou obrigar a comprar um curso da própria empresa pra "garantir a vaga"
- Vaga sem nome de empresa, sem CNPJ, só WhatsApp de contato
Abra o LinkedIn ou o Indeed e busque "analista de suporte júnior", na sua cidade e remoto. Depois busque "analista cloud júnior". Leia 3 vagas com o olho treinado desta página e SALVE as 3 (botão de salvar do próprio site; nos dois é preciso estar logado, e o cadastro é grátis). Elas voltam a aparecer no seu plano do Cap. 7. E são a sua prova concreta de que tudo isso existe, gerada por você mesmo.
Quanto paga, de verdade
Vou te dar os números sem inflar. Porque promessa inflada é o jeito mais rápido de te fazer desistir (e de fazer sua família desconfiar, com razão).
| Onde você pode estar hoje | Média de entrada |
|---|---|
| Garçom / atendente | R$ 1.621 (o mínimo) a 2.200 |
| Vendedor / motorista de aplicativo | R$ 1.700 a 2.600 |
| Júnior em TI / nuvem (CLT) | R$ 2.500 a 4.500 |
| Júnior como PJ (sem carteira, valor cheio) | R$ 4.000 a 7.000 |
Fontes: médias de vagas públicas em sites de emprego no Brasil (Glassdoor/Indeed, ago/2026). Varia por região, empresa e sorte. Por isso a faixa, e não um número redondo.
E o que quase ninguém conta: a escada
O que pesa mais que o primeiro salário é que essa profissão tem degraus. Coisa que falta em muito emprego honesto por aí:
| Degrau | Tempo típico | Faixa |
|---|---|---|
| Júnior: aprende fazendo, com supervisão | entrada | R$ 2.500 a 4.500 |
| Pleno: resolve sozinho | +2 a 3 anos | R$ 5.000 a 9.000 |
| Sênior: resolve o que ninguém resolveu | +3 a 5 anos | R$ 9.000 a 15.000 |
| Especialista: referência no assunto (raro) | anos de estrada | R$ 25.000+ |
A parte que os anúncios não falam
Agora a parte que me diferencia de quem quer só te vender algo: as más notícias.
Você não vai sair de um curso ganhando 5 mil. Vai levar meses até a primeira vaga. Pra quem estuda sério, na minha experiência acompanhando iniciantes, de 4 a 8 meses do zero até a primeira oportunidade. Mas o caminho existe, está publicado nos sites de emprego, e pessoas comuns percorrem ele todos os meses.
Quem costuma fazer essa travessia
- Gente com conta pra pagar: motorista de aplicativo, atendente, vendedor, garçom
- Gente sem faculdade da área, muitas vezes sem faculdade nenhuma
- Gente que estuda sem largar o emprego, no horário que sobra, e chega mesmo assim
Não vou te contar história de fulano que ganha X: você não tem como conferir. O que dá pra conferir está na página 8 e na página 10, e vale mais.
E mais uma má notícia, pra ninguém se surpreender depois: nem toda vaga de entrada é home office. Algumas são presenciais, outras têm turno ou plantão. A busca do Checkpoint 2 mostra isso no anúncio, antes de você aplicar.
Por que eu faço questão das más notícias?
Porque a expectativa errada é o que mais mata sonho nessa área. Quem entra achando que em 30 dias está rico, desiste no dia 31. Quem entra sabendo que são meses de constância… chega. E aí a escada da página anterior é toda dela.
A conversa lá em casa
Se alguém que te ama já te disse "é loucura largar o certo pelo duvidoso" ou "e se o salário cair pra mil?", respira. Essa pessoa não é sua inimiga. Ela está protegendo a casa. A resposta não é discutir: é mostrar um plano em que ninguém arrisca nada.
O plano de risco zero (diga com essas palavras)
- "Eu não vou largar nada." Continuo no meu trabalho. O estudo é 30 minutos por dia (de 20 a 40), fora do horário.
- "Não vou gastar nada pra começar." Os primeiros meses de estudo são 100% gratuitos (o mapa está no Cap. 5 deste guia). A única coisa que a AWS pede, lá no mês 2, é um cartão só pra confirmar identidade (aparece 1 dólar no extrato e some em poucos dias).
- "Nada muda na nossa renda até eu ter proposta assinada." Só saio do emprego atual com o novo contrato na mão.
Roteiro da conversa (10 minutos, de verdade)
- Mostre as 3 vagas que você salvou no Checkpoint 2, no celular, na frente da pessoa. Vaga real convence mais que qualquer discurso.
- Mostre a tabela da página 10, inclusive as faixas, inclusive o "varia por região". Honestidade acalma.
- Mostre a página 11, a do prazo de 4 a 8 meses. Diga: "não é promessa de ficar rico, é um plano de meses".
- Faça o pedido certo: "eu preciso de 30 minutos por dia e de alguns meses de paciência. E quero que você me pergunte como foi a semana. Me ajuda a não desistir."
Faça a conta: (R$ 2.500, o piso da tabela, − seu salário atual) × 12. Esse é o tamanho do primeiro degrau em um ano, sem se enganar. Escreva esse número em algum lugar que você vê todo dia. Depois, marque a conversa lá de casa, com o roteiro acima aberto.
"Mas eu não tenho faculdade" · "Já passei da idade"
Quatro frases seguram quase todo mundo do lado de fora: faculdade, idade, inglês e programação. Vamos desmontar as duas primeiras agora. Com fatos, não com motivação.
Trava 1 · "Preciso de faculdade"
Você já tem a resposta salva no seu celular: releia as 3 vagas do Checkpoint 2. Procure a palavra "superior obrigatório". Na maioria das vagas de entrada, ela não está lá. E quando aparece, vem como "desejável" (que você já sabe o que significa: não obrigatório).
As empresas aprenderam na prática: pra essa área, diploma não prevê quem resolve problema. Portfólio e atitude preveem. (E os dois cabem neste guia. Cap. 6.)
TI não é coisa de quem fez faculdade. É coisa de quem não desiste.
Trava 2 · "Já passei da idade" (30? 35? 40?)
Pensa no que a vaga da página 8 realmente precisa: alguém responsável, que aguenta pressão sem surtar, que aparece todo dia. Agora pensa em quem você foi a vida inteira:
Se você é garçom, vendedor, motorista, pedreiro, você já resolve problema sob pressão todo santo dia. Sábado à noite, casa lotada, cliente reclamando: você resolve. Você só não está resolvendo, ainda, o tipo de problema que paga 2.500, 3, 4 mil por mês.
Maturidade, nessa profissão, é vantagem competitiva: quem cuida de sistema que não pode cair quer do lado alguém que não desmonta na primeira crise. O moleque de 19 anos tem tempo livre. Você tem anos de crise resolvida. Empresas boas sabem qual dos dois segura um plantão.
"Não sei programar" · "Não falo inglês"
Trava 3 · "Não sei programar"
Volta ao restaurante do Cap. 1: você não vai ser o cozinheiro. O profissional de nuvem não cria o aplicativo, garante que ele funcione. O dia a dia é clicar nos lugares certos de painéis de controle, digitar comandos (como o que você JÁ digitou na página 6) e seguir a lógica do problema.
O que se exige de verdade: lógica, atenção e vontade de aprender. Programação, se um dia você quiser, vem depois. Como upgrade, não como pedágio.
Trava 4 · "Não falo inglês"
O segredo que ninguém te contou: o inglês do dia a dia dessa área é escrito, curto e repetitivo. É raro uma vaga júnior no Brasil entrevistar em inglês. As telas mostram sempre as mesmas ~50 palavras (start, stop, error, running, save…), e elas estão TODAS no Anexo A deste guia, com pronúncia e tradução.
E a trava escondida: "eu me acho burro demais pra isso"
Muita gente já pensou exatamente isso. E hoje trabalha com isso. Essa área não se aprende por talento, se aprende por repetição: a mesma tela, o mesmo comando, de novo, até virar automático. Que é exatamente como você aprendeu a profissão que você já tem. Errar no começo não é sinal de burrice. É o método funcionando.
Vá ao Anexo A (última parte do guia) e conte quantas das 50 palavras você JÁ conhece: delete, start, error, save… A maioria das pessoas marca 20 ou mais. Faça a conta do que sobrou: o "inglês de TI" que falta cabe em uma lista de geladeira.
O que está é um plano. E ele começa na próxima página.
O mapa dos 90 dias (estudo 100% grátis)
Este mapa funciona sem gastar um real. Cada etapa tem recurso gratuito com nome e endereço, e cada um eu abri e fiz até o fim antes de colocar aqui. Nada de "pesquise sobre o assunto". Siga na ordem.
📍 Mês 1 · Fundamentos (entender o terreno)
- O que é a nuvem, dito pela própria Amazon: o curso "AWS Cloud Practitioner Essentials (Português)", gratuito e oficial, em skillbuilder.aws (crie um AWS Builder ID: é só e-mail, sem cartão). Se algum vídeo vier narrado em inglês, clique no botão CC do player pra ligar a legenda em português: é o primeiro treino do inglês escrito do Anexo A, e você não precisa entender a fala
- O terminal, o "chat com o computador": o curso "Linux - Primeiros Passos" do Curso em Vídeo (professores Gustavo Guanabara e Ricardo Pinheiro), gratuito em cursoemvideo.com (cadastro grátis) ou no YouTube. Importante: as primeiras aulas mostram como instalar o Linux num computador. NÃO instale nada no seu, só assista; o que você precisa começa na aula "Terminal no Linux - Introdução" (aula 07.1 da playlist)
- Prática do mês: digitar com as próprias mãos, no PowerShell do Windows ou no Terminal do Mac, os comandos que funcionam igual nos dois: pwd, ls, cd, mkdir, cat, cp, mv, rm. Se a aula usar outro (ls -l, touch, sudo, apt, nano), só assista: esses são só do Linux, e você vai digitá-los de verdade no mês 2, dentro do EC2, que é Linux. Assistir sem digitar não conta
📍 Mês 2 · Mão na massa na AWS
- Criar sua conta AWS com segurança: a AWS pede cartão (crédito ou débito internacional, só pra confirmar identidade: faz uma cobrança de US$ 1 e devolve), CPF e um telefone que receba SMS. No plano gratuito você não é cobrado: tudo sai dos créditos (US$ 100 na criação e até US$ 100 em atividades guiadas, regra de jul/2025). Atenção: esse plano encerra a conta sozinho aos 6 meses ou quando o crédito acaba, e leva junto o que você construiu; antes disso, se quiser manter o projeto no ar, você troca pro plano pago e continua usando os créditos que sobraram (e mesmo depois de encerrar você tem 90 dias pra reativar; só então apaga). Primeiro passo dentro dela: o alarme de gastos. A receita é o tutorial "Criar um alarme de faturamento" do mês 3: faça ele no dia 1
- Seu primeiro computador na nuvem: alugar uma máquina na AWS (lá ela se chama EC2) e entrar nela pelo terminal, o mesmo terminal do mês 1. Recurso: o tutorial oficial em português "Comece a usar o Amazon EC2", em docs.aws.amazon.com (busque esse título). O passo seguinte, colocar uma página no ar dentro dela, é o que o projeto do Cap. 6 faz
- Prática do mês: criar, quebrar, apagar e criar de novo. Na conta gratuita, errar é grátis (e é o ponto)
📍 Mês 3 · Diferenciais de contratação
- Monitoramento: saber que o sistema caiu ANTES do cliente (o serviço da AWS pra isso se chama CloudWatch). Recurso: o tutorial oficial "Criar um alarme de faturamento", em docs.aws.amazon.com: é o mesmo alarme de gastos do mês 2, agora entendido de verdade
- Portfólio + LinkedIn: transformar o que você construiu em vitrine (Cap. 6) e começar a aplicar pras vagas salvas. Recurso: o guia "Hello World" do GitHub em português (na página aparece como "Olá, Mundo"), em docs.github.com/pt, pra publicar o seu projeto
O mapa está aí. O resto é constância.
A lista do IGNORAR (protege seu tempo e seu bolso)
Tão importante quanto saber o que estudar é saber o que deixar pra lá. Cada item abaixo já roubou meses (ou dinheiro) de alguém que começou com você:
- Faculdade agora. Ela pode vir depois, se você quiser. Mas como a página 13 mostrou, não é ela que abre a primeira porta. Não espere 4 anos pelo que dá pra começar em 90 dias.
- "Aprenda a programar primeiro." O conselho padrão da internet, e o pedágio que você não precisa pagar (Cap. 4). Se te mandarem começar por um curso de programação pra "entrar em TI", agora você sabe: existem outras portas.
- Decorar teoria pra certificado antes de praticar. Certificação ajuda, DEPOIS que você sabe fazer. Decorar prova sem nunca ter posto um sistema no ar produz currículo bonito que trava na primeira pergunta prática. (O curso Essentials do mês 1 é pra entender, não pra decorar prova.)
- Colecionar cursos. Cinco cursos ao mesmo tempo = nenhum terminado. O mapa da página anterior tem UM recurso por etapa, de propósito.
- Pular de tecnologia a cada vídeo novo. Essa semana é nuvem, semana que vem "IA", depois "dados"… Quem troca de caminho a cada 30 dias fica 3 anos no quilômetro zero. Escolha a porta 3 e ande 90 dias em linha reta.
- Qualquer promessa de "renda em 30 dias". Você viu o prazo real na página 11. Quem promete atalho está vendendo o atalho, não o destino.
- Comprar computador novo. Se o seu abre navegador, ele serve pra começar. O trabalho pesado roda na nuvem, lembra? Guarde o dinheiro.
- Achar que "sem computador não dá pra começar". Só celular hoje? Dá pra ler este guia inteiro assim. Pra praticar de verdade (Cap. 5 em diante), você vai precisar de acesso a um computador, nem que seja emprestado algumas horas: do trabalho, de um parente, de uma lan house. Não precisa ser seu. Não precisa ser todo dia.
Quem tenta aprender tudo não domina nada. Quem anda 90 dias numa direção só… chega.
A regra dos 30 minutos (e o erro que derruba a maioria)
A regra: 30 minutos por dia (de 20 a 40). Todo dia.
Esqueça "estudar 5 horas no domingo". Cérebro cansado de quem trabalhou o dia inteiro aprende por repetição curta e diária, não por maratona. E uma hora FAZENDO (digitando, clicando, errando) vale cinco horas assistindo.
O horário importa mais que a duração: o mesmo horário, todos os dias. 21h30 depois que o filho dorme, 6h antes do turno, o intervalo do almoço. Quando vira rotina, não gasta força de vontade.
O erro nº 1 (leia duas vezes)
Não é escolher o curso errado. Não é ser lento. É isto: estudar sozinho, travar num erro que um profissional resolveria em 5 minutos, passar 3 noites empacado… e desistir achando que o problema é você.
Ninguém abandona porque é difícil. Abandona porque travou sem ter a quem perguntar. E concluiu, errado, que "isso não é pra mim".
Dá pra contornar sozinho? Dá. Fóruns, pesquisa, paciência, e uma regra de ouro: o erro que você está vendo, alguém já teve e já postou a solução. Copie a mensagem de erro e pesquise. Só custa mais tempo. A diferença entre atravessar sozinho e acompanhado não é chegar ou não chegar: é em quantos meses. E em quantas noites de "será que sou eu?".
Escolha AGORA o seu horário fixo de 30 minutos e escreva no papel, na geladeira ou no alarme do celular: "meu horário: ___h___". Sem horário marcado não existe plano. Existe intenção. E intenção, sozinha, não vira rotina.
Como conseguir a 1ª vaga sem ter a 1ª vaga
"Toda vaga pede experiência, mas ninguém me dá a primeira." O paradoxo mais famoso do mercado tem uma saída que os iniciantes não enxergam:
Recrutador de vaga júnior não procura experiência. Procura prova de que você faz. E prova, você mesmo fabrica.
A prova tem nome: projeto de portfólio
Um projeto real seu, no ar, vale mais que três certificados decorados. Imagine chegar na entrevista e, em vez de dizer "fiz um cursinho", mostrar um link:
🍝 Exemplo do que é um projeto de verdade
O sistema de um restaurante, construído por você, rodando num computador alugado da AWS: com endereço próprio na internet (o único gasto opcional de todo o caminho: uns R$ 40 por ano no registro.br), cadeado de segurança no navegador, e monitoramento que avisa se cair. Quando o entrevistador pergunta "você já mexeu com nuvem?", você não responde. Você abre o link no celular dele.
É exatamente o tipo de coisa que o mapa dos 90 dias te deixa pronto pra construir no mês 2 e 3.
Por que funciona: o entrevistador vê de uma vez tudo que a vaga pede. Você sabe colocar no ar, proteger e monitorar (os 5 verbos do Cap. 1). E ele vê algo que certificado nenhum mostra: você termina o que começa.
Seu LinkedIn no ar hoje (textos prontos)
LinkedIn é onde o recrutador te acha. E ele busca ativamente por gente em transição pra vaga júnior. Com o perfil no ar hoje, você fica encontrável meses antes de estar "pronto". Copie, preencha os colchetes, publique:
Título do perfil (o LinkedIn chama assim a linha embaixo do seu nome)
Em transição para a área de nuvem (AWS) | Estudando Linux e Cloud | [sua profissão atual] com [X] anos de experiência em atendimento e resolução de problemas
Seção "Sobre" (4 frases, honestas)
"Depois de [X] anos como [garçom/vendedor/motorista/…], estou em transição para a área de infraestrutura em nuvem (AWS). Trago da minha profissão o que ela ensina como nenhum curso: resolver problema sob pressão, lidar com gente e não largar o turno no meio. Estou começando a estudar Linux e AWS, com prática real, e vou documentando a jornada aqui. Aberto a oportunidades júnior de suporte e cloud a partir de [mês/ano]."
3 acabamentos rápidos: foto simples de rosto com fundo neutro e luz de janela (celular resolve, sem selfie de festa) · em "Experiência", mantenha seu emprego atual (transição honesta impressiona mais que perfil vazio) · depois de mexer na Experiência, volte e confira o Título: o LinkedIn às vezes troca sozinho pelo nome do cargo · quando o projeto do Cap. 6 existir, ele entra na seção "Em destaque" com o link.
Crie (ou atualize) seu LinkedIn AGORA com os dois textos acima preenchidos. Não espere "estar pronto". O perfil que diz "em transição, estudando" é exatamente o que os filtros de recrutador júnior procuram. De manhã ele não existia. Hoje à noite você é encontrável.
Sua primeira semana (tudo grátis, dia a dia)
A promessa da página onde você pegou este guia era "sair do lugar ainda esta semana". Aqui está: 7 dias, nenhum passo acima de 30 minutos, nenhum custa dinheiro.
| Dia | Missão do dia | Sinal de que deu certo |
|---|---|---|
| D1 | Rode o primeiro comando (pág. 6, se ainda não fez) e defina seu horário fixo (pág. 17) | linhas com "tempo=" (Mac: "time=") + horário anotado |
| D2 | Primeiros 30 min do curso da Amazon (pág. 15, legenda CC ligada). E explique "o que é nuvem" pra alguém da casa com SUAS palavras | a pessoa entendeu (se entendeu, você entendeu) |
| D3 | Busque e salve as 3 vagas (pág. 9) com o olho treinado da mini-aula | 3 vagas na sua lista de salvos |
| D4 | Leia o Anexo A e conte as palavras que já sabe; anote as 10 primeiras que faltam | lista das suas 10 palavras feita |
| D5 | LinkedIn no ar com os textos prontos da pág. 19 (agora o "estou começando a estudar" é verdade) | perfil publicado, título novo visível |
| D6 | A conversa lá em casa, com o roteiro da pág. 12 e as vagas do D3 na mão | o pedido feito: 30 min/dia + paciência de meses |
| D7 | Releia a pág. 10 e o número que você escreveu no Checkpoint 3. Aí decida o próximo passo: sozinho ou acompanhado? (próxima página) | decisão tomada. Em qualquer uma das duas, você já está andando |
Uma semana atrás, "TI" era um mundo de outras pessoas. Se você cumprir esta tabela, em 7 dias você terá: um comando executado, um perfil profissional no ar, 3 vagas de alvo, seu inglês mapeado, seu primeiro estudo começado e sua casa jogando no seu time. Isso é sair do lugar.
$ ultima_pagina --duas-formas-de-atravessar
Daqui pra frente, há dois caminhos. Os dois chegam.
O primeiro caminho é sozinho. E este guia foi escrito pra ele funcionar de verdade. O mapa dos 90 dias é completo, os recursos são gratuitos e reais, e muita gente atravessou exatamente assim. Se for o seu caso: siga o mapa, não pule os checkpoints, e quando travar (vai travar), lembre da página 17: o erro que você vê, alguém já postou a solução. Eu vou torcer por você do mesmo jeito.
O segundo caminho é acompanhado. É pra quem olhou pro erro nº 1 (travar sozinho e desistir achando que o problema é você) e pensou: "esse aí me pega". Pra essa pessoa eu construí a Missão AWS (Do Zero à Nuvem): 5 semanas, do zero absoluto, com aula ao vivo toda semana, um grupo que responde em até 24 horas quando você trava, e você termina com aquele projeto do Cap. 6: um sistema real, no ar, construído pelas suas mãos, passo a passo comigo.
A diferença entre os dois caminhos não é chegar ou não chegar. É em quantos meses. E com quantas noites de "será que sou eu?".
Seja qual for o caminho: eu construí a ponte. Mas quem atravessa é você.
13x certificado AWS · Golden Jacket · de escola pública no Brasil a uma carreira nos EUA
P.S.: quem está na lista de e-mail (você, que recebeu este guia) fica sabendo primeiro quando abre turma, e das condições que só a lista recebe.
Este guia é educacional e não promete emprego, renda ou resultado financeiro. Valores citados são médias públicas de mercado (ago/2026) e variam por região e empresa.
As ~50 palavras que resolvem 90% do dia a dia · 1/2
Pronúncia aproximada entre parênteses, do jeito que se fala, sem vergonha. Conte quantas você já sabe (ou imprima e marque). ✍️
⚡ Ações (o que você manda fazer)
| start (stárt) | iniciar |
| stop (stóp) | parar |
| create (cri-êit) | criar |
| delete (di-lít) | apagar |
| run (rân) | executar |
| save (sêiv) | salvar |
| launch (lônch) | lançar / iniciar |
| install (instól) | instalar |
| update (âp-dêit) | atualizar |
| upload / download (âp-lôud / dáun-lôud) | enviar / baixar |
| deploy (di-plói) | publicar / colocar no ar |
| terminate (têr-mi-nêit) | encerrar de vez (apaga! é diferente de stop) |
🚦 Estados (o que a tela te responde)
| running (râning) | executando (tudo bem!) |
| stopped (stópt) | parado |
| pending (pênding) | pendente (aguarde) |
| error (érror) | erro |
| failed (fêild) | falhou |
| success (sâk-cés) | sucesso |
| available (avêi-lâbol) | disponível |
| active (ák-tiv) | ativo |
| enabled / disabled (enêi-bold / dis-êi-bold) | ativado / desativado |
| loading (lôu-ding) | carregando |
🧱 Coisas (os substantivos das telas)
| server (sérver) | servidor (o computador alugado) |
| instance (íns-tans) | instância ("um servidor seu") |
| storage (stó-redj) | armazenamento |
| database (dêita-bêis) | banco de dados |
| network (nét-uârk) | rede |
| user (iú-zer) | usuário |
| password (pás-uârd) | senha |
| key (quí) | chave (de acesso) |
| file (fái-ol) | arquivo |
| folder (fôul-der) | pasta |
As ~50 palavras que resolvem 90% do dia a dia · 2/2
⚠️ Avisos (quando algo pede atenção)
| warning (uór-ning) | aviso (não é erro!) |
| denied (di-náid) | negado |
| invalid (in-vá-lid) | inválido |
| not found (nót fáund) | não encontrado |
| timeout (táim-áut) | tempo esgotado |
| access (ék-ses) | acesso |
| permission (per-mí-chon) | permissão |
| required (ri-kuáierd) | obrigatório |
| retry (ri-trái) | tentar de novo |
| confirm (con-fêrm) | confirmar |
🗓️ Do dia a dia (as telas de todo santo dia)
| dashboard (désh-bord) | painel |
| settings (sé-tings) | configurações |
| billing (bí-ling) | cobrança / fatura |
| support (sa-pórt) | suporte |
| account (a-cáunt) | conta |
| sign in / sign out (sáin in / áut) | entrar / sair |
| free tier (frí tíer) | nível gratuito |
| region (rí-djon) | região (da nuvem) |
| cloud (cláud) | nuvem |
| console (cón-sôul) | o painel da AWS no navegador |
Contou quantas você já sabia? A maioria marca 20 ou mais. Porque celular, jogo e app de banco já te ensinaram metade. O que falta cabe numa lista de geladeira. O inglês nunca foi o muro que te contaram.
A profissão de quem mantém os aplicativos no ar.
Guia da Primeira Carreira em AWS · edição 2 · 2026
Escrito por Vinicius Siqueira · missaoaws.com
$ te vejo do outro lado da ponte_